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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Em frente, sem medos!

Numa fase em que a equipa já mostra mais qualquer coisa - embora jogos com equipas semelhantes ao Stoke City, serão no máximo 2 ou 3 ao longo da época - chegou finalmente o substituto do Jackson; confesso que estava à espera de outra "coisa", mas como disse o Maior, "prognósticos só no fim". A má fama de Osvaldo não me preocupa por aí além; quando as coisas correm bem, os problemas que lhe são associados dificilmente aparecem, pelo que o segredo é mesmo esse: garantir que tudo corre bem, que vamos atacar, marcar e ganhar. Se falharmos nisso, os problemas que o homem possa causar, são o menor dos problemas do Porto.

terça-feira, 28 de julho de 2015

As pré-épocas já não são o que eram

As pré-épocas são como a Taça da Liga: não contam para nada, mas ninguém quer fazer má figura.

Uma má pré-época não é prenúncio de coisa nenhuma - vide época do AVB - e como tal não se deve dar muita relevância aos resultados. Ganhar ou perder (desde que não seja nenhuma goleada, e para já não é esse o caso), pouco interessa. O que interessa sim, é avaliar os jogadores e julgar quais têm, ou não, capacidade para vir a ser úteis, e também testar alguns opções de jogo, que possam eventualmente responder a problemas que surgirão sem dúvida durante a época (e até mesmo para corrigir problemas encontrados na época passada) - e aqui não há que ter medo de inventar: é para isso que servem estes jogos.

Porém, aquilo que nos tem sido dado a ver até agora, é mais uma "evolução na continuidade"; inserido numa liga em que 8 em cada 10 jogos, são contra equipas que nem se dão ao trabalho de atacar, seria de bom senso aproveitar o que se bom se fez na época passada, e complementar isso com soluções para ultrapassar "autocarros", mas para já a única coisa que se viu foi um sistema alternativo à táctica habitual, que é basicamente "mais do mesmo": muita posse de bola (inconsequente), um jogo lento e previsível, e um número - a meu ver - reduzido de jogadores junto da área adversária - i.e. é preciso atacar mais e com mais jogadores.

O treinador considera que o problema está nos jogadores que tem à disposição: não servem e precisa de mais/outros - é caso para perguntar "porque é que se gastaram(?) 20 milhões no Imbula, se o treinador tem outras prioridades"? Eu acho que o problema está nos jogadores, sim; talvez tenhamos grandes jogadores, mas tenho dúvidas que sejam os jogadores certos para a liga local, e para o tipo de jogo específico que o Porto deve/tem de fazer; a título de exemplo, Gaitan e Salvio, são dois jogadores perfeitamente adaptados ao futebol português, e são um tipo de jogador que o Porto não tem - talvez tenha melhor, mas tal não significa que daí advenha mais/melhor proveito. Para além disso, há outro problema que é o próprio Lopetegui: na época passada, as arbitragens (de que outros tiraram proveito) serviram para atenuar uma época que, exceptuando nas competições europeias, foi pouco mais que sofrível: derrotas caseiras com os dois rivais de Lisboa, zero na Taça e um campeonato onde foram tantos os pontos oferecidos ao SLB, como os tiros nos pés. E isto, contando com um plantel que era dos melhores, senão o melhor (pese embora as condicionantes referidas atrás) do burgo, e que incluia o melhor ponta-de-lança que o Porto já teve em muito tempo - a margem de erro é agora quase zero.

Este ano, não há Jackson - e por isso, estamos obrigatoriamente mais fracos - e a juntar a isso, vê-se pouca ou nenhuma "vontade", até ver, de corrigir o que transitou de mal de época passada - e se isso não se tenta resolver na pré-época, quando será? Não quero goleadas, nem "pré-troféus" - quero soluções e esforço no sentido de corrigir aquilo que está/estava mal; até agora, não se viu nem uma coisa nem outra.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Perdoa-lhe, João - ele não sabe o que diz

E perdoem-me contrariar o Presidente, mas não, [camisola 2] não é um jogador à Porto, Presidente, tenha lá paciência. Jogador à Porto era o João Pinto, o André (...). E mais alguns, claro. Não basta ter raça, trincar a língua e dar traulitada para se levar o epíteto de jogador à Porto. É preciso muito mais, muitos minutos de jogo, muitos títulos, muito amor, muito suor e muitas lágrimas com a nossa camisola. Colocar [camisola 2] e João Pinto no mesmo patamar é insultuoso (...)

Rodrigo de Almada Martins, in Bibó Porto, carago!

É isto. Mais do que a banalização do conceito de "jogador à Porto", é uma incrível falta de respeito pelo João Pinto, o André ou o Jaime Magalhães que jogaram no seu Clube, e não se puseram na alheta na primeira oportunidade, só porque alguém lhes acenou com uma patacas. Um "jogador à Porto" tem o tal "amor à camisola" (e tem-no mais que ao dinheiro).

Deixa de atiar pedras como um cobarde, e luta como um homem!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Nós, os ricos

Um clube que se propõe pagar um salário milionário, a um jogador que não é uma prioridade, também se pode dar ao luxo de não ter patrocinador na camisola; assim sendo, qual é a urgência? Porquê tanta preocupação?

Não está bem assim?

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A 32ª decisão

Jorge Nuno, eu sei que gostas de apostar em indivíduos que estão na "mó de baixo". Também eu sinto um gozo especial em triunfar, depois de entregares a equipa a indivíduos em quem mais ninguém acreditou - muitos até se riram de ti. Foi assim com o Bobby Robson, com o Mourinho e com o Jesualdo. Mas pergunto: não terá sido ir demasiado longe ao apostar no Francesco Schettino?

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A pensar em ti, Bruno!



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Fim do mundo em cuecas

18 milhões mais o Fucile? Esse Danilo deve marcar para cima de 20 golos por época ... E o Hulk, não foi embora porque ninguém apresentou proposta, porque da maneira que isto anda por 10 milhões levavam-no e o Porto ainda oferecia o Moutinho.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Hulk a ponta-de-lança? Claro que sim!

O Vítor Pereira gosta de referir-se a "nós" quando se trata de falar da época passada. Mas pelo visto, é só para se referir às coisas boas. Da fase com exibições paupérrimas e vitórias sofridas, que marcaram o período em que o Falcao esteve lesionado, e o Hulk tomou o seu lugar, não se lembra ele - nem esteve lá nem viu nenhum desses jogos, porque continua a insistir na mesma asneira. O Villas Boas, ainda tinha desculpa de não ter alternativa; este é burro por convicção.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Objectivo Atingido!

Para gentes que se dizem pouco apreciadoras de "vitórias morais", estou a descobrir um orgulho inexplicável numa derrota mascarada de empate. Os Portistas estavam credores de uma vitória sobre o Zenit; não a tiveram mas ficaram satisfeitos à mesma. Tal como na cabeça do treinador, o medo da derrota é tal que os empates já sabem a vitória. Ainda assim, há alguns motivos para festejar: o Porto jogou para o empate, e conseguiu o resultado que queria. Dizia-se à boca cheia, antes do jogo, que era obrigatório ganhar. Vai daí, o treinador que após um desaire qualquer há umas semanas atrás, prometeu uma "resposta fortíssima" antes de empatar com o Olhanense, surpreendeu o adversário Spaletti, apostado em não perder, com uma inesperada táctica tendo em vista ... não ganhar: um onze sem ponta-de-lança; o melhor jogador inutilizado numa posição que não é a sua; 3 médios sem vocação ofensiva e um defesa-central a fazer de lateral-direito (que por sinal, deverá ter feito a melhor exibição da carreira; pena é que não tivesse ficado no banco e dado lugar a um lateral que contribuísse mais para aquilo que era o objectivo último da partida: atacar e ganhar). Completamente banzado com a audácia e o arrojo do treinador português, o italiano respondeu com um cruzamento de braços e uma aborrecida espera pelo apito final.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tiro pela culatra

Já lá vão quase 3 dias, e o Braga x Clube do Regime ainda dá que falar - digno de um Porto x Clube do Regime! As incautas gentes do Clube do Regime, não hesitam em urdir complexas conspirações sobre teias de interesses, que vão gradualmente transformando o Braga num clube cada vez mais incómodo e alinhado com o Porto. É isso, ou o Braga, o Nacional da Madeira e/ou o Guimarães começam é a perder a paciência com os constantes insultos e insinuações acerca da (fraca) motivação destas equipas quando defrontam o Porto. Que o Porto nunca tem mérito quando ganha, já é um clássico. Mas ultimamente a táctica tem vindo a mudar, assim como o alvo - o Porto ganha porque os adversários facilitam ... Continuem nessa senda, e jogos como o do último fim-de-semana vão tornar-se um hábito a cada duas semanas. Se calhar há clubes que não facilitam contra o Porto; facilitam menos é com quem os insulta. E isso é muito bem feito.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Barcelona é grande, mas Vigo é maior

Esteve mal o Porto no Mónaco. Devia ter feito mais e melhor; este Barcelona não é nada de especial - está a anos-luz do Grande Celta de Vigo.

domingo, 21 de agosto de 2011

"Assitir ou não assistir", eis a questão?

Que um treinador novo (e "desconhecido") desperte desconfiança, é normal; que o futebol produzido por uma equipa no início de uma época não seja sequer bom, também é normal; e que transferências de jogadores e rumores associados à mesmas também provoquem algum embaraço, também é normal; o que não é normal é ser-se surpreendido num jogo em casa por um recém-promovido, e muito menos normal ainda é produzir as declarações sobre um treinador adversário (depois de se ter afirmado que tal não faria) de teor muito "duvidoso".

Acho o Vítor Pereira (e a sua equipa) demasiado nervoso. Eu sei que o mercado de transferências ainda não fechou, e que vem aí o Barcelona. E por isso é que estou tentado a não acompanhar o jogo em directo ...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sermão aos Aziados II

Todos os adeptos do Clube do Regime, com quem me cruzei ontem, negaram ter qualquer intenção de assitir ao jogo. No entanto, hoje está na ponta da língua de todos a "expulsão" do Sapunaru. O que se percebe. Pois tivessem de facto assistido ao jogo, e teriam percebido que o Sílvio não devia ter chegado ao final da primeira parte.

Sermão aos Aziados

Então a vitória do Porto tem pouco mérito porque tem poucos jogadores portugueses? Mil vezes o Sapunaru que um português como o César Peixoto!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Rescaldo

Um tal de Rui Gomes da Silva, testa-de-ferro da direcção do Clube do Regime num programa desportivo, veio a terreiro responsabilizar a direcção do Porto, pelo apredejamento do autocarro da equipa-maravilha a 12km do Estádio do Dragão. Devia certamente andar a limpar o pó às taças, quando autocarros ligados ao Porto, foram emboscados e incendiados nas imediações do Estádio da Luz.

Já os orgãos de comunicação do Clube do Regime, foram efusivos na hora de elogiar o "banho de táctica" com que o papa-chiclas brindou o AVB. Pessoalmente, não vejo como é que se possam creditar duas ofertas de jogadores do Porto, ao treinador adversário. Porém aplaudo-lhe a jogada de mestre, que foi trocar o "seu" guarda-redes pelo Júlio César. De facto, não apostar no guarda-redes que nos dois jogos anteriores "mamou" 7 golos, só está ao alcance dos predestinados.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Tontinho


Há indivíduos para quem fazer figura de urso, é coisa que não só não evita, como é coisa para repetir. É isso, ou então têm jeito para artistas de circo, mas insistem em ser treinadores de futebol, e do tipo "espalha-brasas", por sinal. Este tontinho, que não tem outro nome, e à falta de melhor para dizer, veio insinuar que o SCP é "sempre prejudicado" na calendarização dos jogos devido às transmissões televisivas. Na semana passada, queixou-se, antes do épico confronto com o Rio Ave - e há outro tipo de confrontos para este SCP? - que tinha menos 24 horas de descanso que o Porto, tendo ambos jogado na 5ª feira para a Liga Europa.

Pergunto-me que vai o tontinho dizer daqui a duas semanas, após os jogos da Liga Europa, e face ao calendário que abaixo se reproduz.

in lpfp.pt

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Direitos

À falta de melhor manobra de diversão para desviar as atenções do facto da equipa do "maior clube do universo e quiçá do mundo", já não depender de si para ser campeã, e porque as novas escutas, em que intervém o Pinto da Costa, divulgadas no Youtube já serem requentadas, o bombo da festa do momento é treinador do Porto. Meteu a "pata na poça", é um facto, excedeu-se nas críticas ao árbitro do jogo com o VSC, e naturalmente, tal como havia já anunciado anteriormente, retratou-se quando percebeu que se enganara. Na minha terra, é natural as pessoas enganarem-se e mais natural ainda é recuarem quando se enganam - mas isso é na minha terra, que é pobre e deprimida; na rica e farta Metrópole e arredores, "nunca têm dúvidas e raras vezes se enganam" ...

No deve e no haver, nenhuma das equipas tem grandes razões de queixa, entre o possível penalty cometido pelo Fucile - que agarra, mas não é claro se foi agarrado antes, e daí a falta assinalada contra o VSC - e o fora-de-jogo que travou o Falcao quando seguia isolado para a baliza. O que só reafirma o exagero das críticas de Villas-Boas. No entanto, há que registar o rigor do "amigo" Xistra, tão solícito em expusá-lo do banco, quando há cerca de 15 dias atrás, o papa-chiclas deu um espectáculo deprimente no jogo do Clube do Regime frente ao Marítimo, e que teve até direito a encore já depois do apito final(!). Consequências? As do costume ...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O Super-Herói Dúbio

De forma (geralmente) eficiente, o Porto venceu o seu primeiro jogo na Liga Europa. Apesar de alguns calafrios, a equipa soube construir um resultado sólido, não se contentando com uma vitória por 1-0, apenas para cumprir calendário. Este jogo vincou porém algo que me preocupa há já algum tempo. É bom salientar, antes de mais, que considero o Hulk um jogador genial, que tem apenas um defeito: essa genialidade só se manifesta em média durante 2% do tempo de jogo, sendo os restantes 98% preenchidos com a mais miserável mediocridade que é possível assistir-se num campo de futebol. Nem o Messi, nem o Cristiano Reinaldo, nem mesmo o Maradona, são ou eram geniais muito mais vezes que o Hulk - e ninguém conseguirá sê-lo sempre, durante todo um jogo, isso é óbvio. A diferença reside no facto de que a genialidade destes jogadores, é ou era alternada com "futebolismo competente" e não com burrice exasperante, que na maioria das ocasiões destrói e atrapalha o jogo colectivo de toda a equipa. Há 2 dias atrás, o Fabregas foi considerado o "homem do jogo" na partida contra o Braga, quando colegas seus marcaram mais golos que ele. Porque será?

Neste capítulo, é importante salientar também um aspecto importante e que vinca claramente a diferença entre o Hulk, e outro jogador do Porto que me enche muito mais as medidas e que é o Varela. Essa diferença é naturalmente a formação. O Varela, embora vítima de sub-aproveitamento, é hoje o que é graças à formação que recebeu no SCP. O Hulk, por outro lado, é "menino de rua" sem qualquer formação de base ou noções básicas do jogo em equipa. É capaz de vencer um jogo sozinho? Sem dúvida. Ainda no jogo contra o Braga, salvou a equipa de um mau resultado quase certo. Mas isso torna também a equipa sua refém, na medida em que se espera sempre que "resolva" tudo sozinho. E essa ideia tanto pode ser interiorizada pelos colegas de equipa, como aproveitada pelos treinadores e jogadores adversários. Certo é para mim que jogadas como aquela finalizada ontem pelo Rúben Micael, dificilmente se veriam com o Hulk em campo, porque ele - e agora está claro que a culpa não é dos treinadores - não consegue entender que o Futebol é um jogo de equipa.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Nova época

Nova época, velhos hábitos. São boas notícias para os clubes que vivem das dispensas do Porto.

terça-feira, 9 de março de 2010

Tempo de antena para ébrios

O que diz de um país, o facto de um jornal de grande tiragem, dar voz aos devaneios um borrachão, que tem no seu portfólio de grande feitos, conduzir com uma taxa de alcoolémia 3x superior ao permitido por lei?

"O Porto lida mal com a lei, porque há muito tempo que está fora dela."
José Diogo Quintela, pseudo-cómico e bêbado incorrigível, in Jornal A Bola, 7/3/2010.

Não sei de que forma é que FC Porto, e o seu presidente, incomodam tanto o sr. Quintela. Será a "impunidade" que ele tanto critica? A mesma impunidade que o seu estatuto de figura pública, qual manto protector, lhe confere e que permite, para além de não bater com as banhas num calabouço da PSP como qualquer outro criminoso, que escreva estes e outros insultos, sem que nada lhe aconteça? Fica a dúvida ...